Paralfaletrar

Sétima edição da mostra abriu espaço para troca de experiências entre alfabetizadores das escolas públicas de Lagoa Santa (MG)


     

Acontece • Terça-feira, 10 de Junho de 2014, 13:34:00

O Paralfaletrar, projeto realizado pelo Núcleo de Alfabetização e Letramento de Lagoa Santa (MG), reúne trabalhos de professores da Educação Infantil e do primeiro ciclo do Ensino Fundamental, expondo-os abertamente para a comunidade de educadores, alunos e mesmo para os curiosos que se interessarem pelo material. A sétima edição da mostra aconteceu entre os dias 4 e 7 de junho, e transformou o antigo prédio da Escola Dr. Lund em um espaço de intercâmbio e troca de práticas educacionais. “As professoras anotam os endereços das escolas que desenvolveram os projetos para depois discutirem os que mais gostaram no Núcleo, trocar experiências por e-mail”, explica Eliana Pereira de Araújo, representante do Núcleo na Escola Municipal Dona Marucas.

O local se coloriu com dezenas de atividades desenvolvidas nas escolas municipais ao longo do ano: jogo da memória, quebra-cabeça, dominó, pescaria, jogos de trilha, “dificionário”, práticas que se basearam nos direitos de aprendizagem de cada período e nas necessidades e especificidades dos alunos de cada turma.  “No início do ano nós aplicamos uma avaliação para medir o nível de escrita dos alunos e descobrimos que esta turma específica estava bem defasada. Então montamos esse trabalho para desenvolver a nasalização do M e o N, a questão das vogais que formam ditongo e do h inicial”, explica Mirlene Barcellos, representante da Escola Municipal Professora Mércia Margarida Lacerda Machado, ao tratar do jogo pedagógico Silabol, no qual os alunos do 2º ano montaram palavras utilizando sílabas sorteadas de um tabuleiro.

Janair Cândida Cassiano, representante do Núcleo na Escola Municipal Alberto Santos Dumont, destaca a importância do evento e de aliar o letramento ao lúdico: “Trabalhamos muito a ortografia por meio de jogos, como dominó e jogo da memória, o que ajuda os alunos a fixarem a matéria de uma forma mais tranquila”, conclui.


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